MINHA VIDA EM GESTAÇÃO

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Minha Vida em Gestação espelha a beleza especial de uma vida em
desenvolvimento, mas também – e acima de tudo – simboliza a dádiva divina na
gestação, ofertada a inúmeros encarnados, embora por vezes mal compreendida
e injustiçada.
A narrativa é feita pelo Espírito Caio Mário, enviado especialmente por
Cairbar Schutel para, sob sua supervisão direta, compor esta obra. Companheiro
de muitos anos de trabalho e atendendo com satisfação ao pedido do dirigente de
Alvorada Nova, colocou-se prontamente à disposição para realizar essa
atividade com o Grupo de Estudos.
O livro trata da última reencarnação de Caio Mário, que poderemos
acompanhar nos seus momentos mais marcantes. A maior parte da obra diz
respeito à sua vida em gestação, ao longo dos nove meses que passou no úterno
de sua mãe, retratando não somente as suas próprias experiências, mas também a
de seus pais e familiares mais próximos.
As cenas narradas têm a ótica de uma criança, porque Caio Mário esteve
reencarnado pouco mais de uma década em sua última jornada na Crosta e é esse
o período abrangido pela obra. No último capítulo, o autor espiritual, apesar de
estar tratando de sua vida em gestação, transporta o leitor do nascimento ao seu
nono aniversário e, em seguida, aos meses que precederam a sua partida do
mundo físico, buscando transmitir que a gestação lhe foi um período tão
importante quanto os demais anos de sua jornada material.
Atualmente, trabalha em Alvorada Nova, na Casa da Criança, sob a forma
infantil, exercendo fundamental atividade na distribuição de amor e no trato com
os desencarnados em tenra idade.
Por tais razões, apesar das lições doutrinárias de extrema importância que
estas linhas contém, o discurso é jovial e descontraído, como se realmente fosse
uma história contada por uma criança.
Além desse abnegado trabalho, Caio Mário também se apresenta como
adulto, conforme o local que vai visitar. Sob essa aparência ele normalmente se
mostra àqueles que são reticentes em aceitar a forma espiritual infantil. Como
criança, no entanto, ele mantém os seus conhecimentos e o seu esclarecimento,
identificando-se dessa forma àqueles que aceitam a beleza infanto-juvenil
existente na Espiritualidade.
Ele percorre o mundo material ao lado de outros mentores da Cidade
Espiritual. Para cada local que se dirige apresenta-se com uma forma
diferenciada, atendendo sempre às peculiaridades regionais. Deseja assemelhar-
se ao grupo social que visita e, para isso, usa a Pousada Celeste (1), unidade de
Alvorada Nova que auxilia o Espírito a essa mudança. Para cada grupo de
crianças, adolescentes e mesmo de adultos, cujo ambiente freqüenta no plano
físico, utiliza uma forma específica.
É importante que o encarnado conheça a importância da atividade de crianças
no mundo espiritual. É conveniente saber que há preconceitos indevidos no trato
com esses abnegados trabalhadores, que se dispõem a atuar sob a aparência
infantil.
Na realidade, a rejeição de muitos encarnados a essa forma de apresentação
advém do fato de que alguns adultos – médiuns atuantes por vezes – acreditam
que não há aprendizado algum a ser extraído das palavras de um Espírito que se
apresenta como uma criança. Eles crêem, ainda, que os encarnados, durante a
infância, servem somente para ser educados e nada têm a ensinar aos adultos de
positivo, o que não deixa de ser uma atitude preconceituosa e discriminatória.
O belo lado infantil e inocente da vida humana, em verdade, tem muito a
ensinar aos adultos: amar e simplificar a forma de viver, como a criança faz,
poucos encarnados conseguem realizar quando atingem a maturidade material.
Não se deve confundir a ingenuidade apresentada pelas crianças espirituais,
ao transmitirem mensagens aos encarnados, com o mau uso dessa imagem, às
vezes utilizada por obsessores na tentativa de extrair alguma vantagem indevida
em reuniões mediúnicas sérias ou mesmo visando conturbar o ambiente do
encontro dos médiuns. O Espírito que trabalha sob a forma infantil está
condicionado a não proferir gracejos inconvenientes, jocosidade infundada e,
acima de tudo, jamais deverá proferir palavras de baixo calão. Estando bem
intencionado, o Espírito-criança que se manifesta é disciplinado, segue tais
regras e respeita a seriedade dos trabalhos mediúnicos, não se valendo, jamais,
dessa sua forma inocente para transmitir mensagens antidoutrinárias ou para
conturbar os trabalhos.
Pode haver, de fato, exageros por parte de entidades que se aproveitam da
boa fé de médiuns invigilantes para confundir as atividades dos demais, através
de manifestações com nítido conteúdo negativo. Para evitar esse resultado -que
também pode ocorrer nas mensagens transmitidas por Espíritos inferiores que se
mostram sob a forma adulta – é preciso que o médium exerça a fiscalização que
lhe é cabível sobre a comunicação, enquanto os demais medianeiros devem
analisar o tipo de mensagem passada. Não é somente porque se manifesta sob a
forma infantil que irá o comunicante transmitir orientações sem nexo ou proferir
palavras indesejáveis e perturbadoras.
Mentores que dão comunicação sob a forma de criança manifestam-se com
calma e tranqüilidade, trazendo ternura a todos os presentes e lembrando-lhes o
lado ingênuo e puro dos sentimentos que os adultos também possuem. É sempre
uma mensagem positiva.
Caio Mário, após o seu desencarne em tenra idade, retornou à colônia de
Cairbar e desejou continuar sob a forma infantil para auxiliar inúmeras crianças
em todo o mundo, ligadas a Alvorada Nova, necessitando para tanto de uma
apresentação perispiritual em consonância com a tarefa que passou a
desempenhar. Quando, eventualmente, alguns médiuns rejeitam essa forma, ele
converte o seu perispírito ao contorno adulto, passando a ser respeitado e
transmitindo a mensagem que o Alto programou.
O texto apresentado por esse mensageiro de Cairbar Schutel enaltece a
importância da vida no úterno materno.
Todos vivenciamos isso em nossas existências materiais. A relevância
invulgar dessa fase que dá início ao processo de reencarnação e a função
primordial da organização familiar não podem ser esquecidas. Esta obra
pretende enfatizar que os laços existentes na família material diretamente ligada
começam no ventre da gestante. O Espírito, nesse processo de retorno ao plano
material, reconhece seus pais desde a concepção e com eles convive,
necessitando deles receber amor.
A Humanidade precisa acatar a magnitude da vida em gestação e
necessita estar preparada para aceitar, com amor, esse renascer em uma vida
material. Assim, quaisquer preconceitos ou atos discriminatórios manifestados
contra uma gestação devem ceder espaço ante a beleza divina da fecundação.
Não importam os atributos ou a condição social da mãe, nem mesmo o seu
estado civil. Deve-se sempre apoiá-la e respeitá-la, incentivando-a a cultivar
com ternura o seu estado gestacional. Esse processo de reencarnação que a
mulher está proporcionando a outro Espírito é vital para a evolução de muitos e,
por tal razão, deve ser sempre bem aceito.
Não há maravilha maior no mundo do que a procriação da espécie. A
maternidade e a paternidade podem unir inimigos do passado sob o mesmo teto
familiar, possibilitando benéficas reconciliações, na maioria dos casos. Antigos
algozes tornam-se filhos de suas vítimas e por elas são amados, advindo daí o
perdão mútuo por erros do pretérito. Ofendidos e ofensores unem-se como
irmãos, filhos de um mesmo casal, para progredirem juntos na jornada material.
O núcleo familiar é o berço do renascimento do Espírito. A pureza do ato
gestacional sublima o ser. O contato explosivo de amor e esperança que se
constrói no exato momento da fecundação é insuperável no mundo físico. A
resplandescência da corrida do espermatozóide rumo ao seu destino – o óvulo – é
a conquista do primeiro troféu da nova existência que o Espírito está abraçando.
Reproduzir a vida, por delegação de Deus, representa uma responsabilidade
ímpar para cada mãe e para cada pai. Será que nós, encarnados, já possuímos a
exata noção do que isso significa? Será que já estamos maduros e
conscientizados o suficiente para entender a real importância da maternidade e
da paternidade? Será que estamos preparados a dedicar parcela considerável de
nossas vidas aos nossos filhos? Será que a resignação, o desprendimento e o
amor já podem penetrar no coração de cada adulto no momento em que ele
recebe a notícia de uma gravidez, da expectativa do recebimento de uma nova
vida? Que será do mundo material se os seus habitantes não forem capazes de
perceber o significado e a essência que a Vida deposita na vida? Qual será o
rumo do planeta se os abortos não forem evitados, cessando a agressão dos
homens contra um Ato Divino? Como esperar a regeneração do orbe se não
estivermos todos unidos em prol da vida no rumo ao terceiro milênio?
Essas são indagações que as linhas escritas por Caio Mário pretendem
responder, trazendo-nos alento e esperança, amor e sustentação, para que
consigamos entender o valor da vida e por ela estejamos prontos a lutar em
todos os momentos e locais em que estivermos ao longo de nossa jornada
material.
ABEL GLASER Escritor da obra

 

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3 comentários sobre “MINHA VIDA EM GESTAÇÃO

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